quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Sobre a Gratidão. Feliz 2011!

A você, que foi tão especial em minha caminhada neste ano, desejo muito sucesso, saúde e prosperidade.

Desejando-lhe um ótimo final de ano e excelente ano de 2011, despeço-me deixando a você um belo trecho do Livro Introdução ao Conhecimento Logosófico. Não podemos apenas nos queixarmos ou nos vangloriarmos pelo ano que passou, temos também que ser gratos por tudo de bom que nos ocorreu, afinal, com a ajuda Divina ou humana, não alcançamos nada sozinhos. Devemos agradecer todos os dias pelas pessoas que nos cercam, mesmo as más, já que elas nos ensinam a ter cuidado em nossas ações.

“Quando chegou o momento do triunfo, recordo-me de ter dito aos que me cercavam:
Deus se pronunciou. Seja este triunfo uma oferenda que faço a Quem criou todas as coisas; e que esta oferenda, este ramo de rosas, com os espinhos que protegem seus finos talos, seja todo um símbolo que, em eloqüente linguagem, expresse o sentir de minha alma e leve em si uma só coisa, um só e único perfume: o da gratidão.”

Forte abraço no coração! FELIZ 2011!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

ENTUSIASMO


A palavra entusiasmo vem do grego e significa "ter um deus dentro de si".
Os gregos eram politeístas, isto é, acreditavam em vários deuses.

A pessoa entusiasmada era aquela "preenchida" por um dos deuses e por isso poderia transformar a natureza e fazer as coisas acontecerem.

Assim, se você fosse entusiasmado por Deméter (deusa da Agricultura, chamada Ceres na mitologia romana) você seria capaz de fazer acontecer a melhor colheita, e assim por diante.

Segundo os gregos, só as pessoas entusiasmadas eram capazes de vencer os desafios do cotidiano, criar uma realidade ou modificá-la. Portanto, era preciso entusiasmar-se, ou seja, "abrigar um deus em si"!

Por isso, as pessoas entusiasmadas acreditam em si, agem com serenidade, alegria e firmeza.

E acreditam igualmente nos outros entusiasmados.

Não é o sucesso que traz o entusiasmo, é o entusiasmo que traz o sucesso.

O entusiasmo é bem diferente do otimismo.

Otimismo significa esperar que uma coisa dê certo.

Entusiasmo é acreditar que é possível fazer dar certo.


(Extraído de artigo de Jayme B. Garfinke)

terça-feira, 19 de outubro de 2010

A Vida

As vezes somos muito bons em nos queixarmos sobre nossa vida. Que não vai bem, de que tudo dá errado, de que ninguém gosta de nós, e que o mundo inteiro está unido e conspira contra nós. O problema é que não somos tão bons quando trata-se de enconrarmos soluções para isto.

Penso que isso muitas vezes ocorre devido ao comodismo que se cria, já que é mais prátic e fácil sentirmo-nos injustiçados e vivermos do consolo e da pena dos outros, do que levantarmos a cabeça, esquecer das desculpas e trilharmos nosso caminho. Quando isso ocorre - o consolo e a pena - alimentamos nosso ego, pois sentimo-nos mais importantes para os outros e para o mundo. Afinal, quem não gosta de um "mimo" de vez em quando?

Mas nosso ego, se nao controlado, é muito perigoso, pois nos torna pessoas desagradáveis, depressivas, somos taxados por nossos colegas e familiares por estarmos sempre de mau humor, e acaba prejudicando nossa vida tanto pessoal quanto profissional. Estamos sempre esperando elogios e queremos ser o centro das atenções, e se isso nao ocorre: MEU DEUS! O MUNDO VAI ACABAR! NINGUEM RECONHECE O QUE EU FAÇO!

O que fazer então para mudar isso? Simples! Utilize algumas características de grandes líderes. Adote o bom humor como seu maior companheiro, seja gentil e educado, e ao invés de reclamar do que acha que tem que mudar nos outros, tente você mesmo mudar para se adaptar aos outros. E principalmente não faça nada esperando resultados imediatos, lembre-se de que em um campeonato, uma equipe pode ganhar algumas medalhas por ter vencido algumas partidas, mas o trofeu será ao final do campeonato, então concentre-se para ganhar o troféu e não apenas algumas medalhas.

Li certa vez em um livro (cujo nome e autor não me recordo agora), que um diretor de uma grande empresa exportadora brasileira havia começado sua história com uma simples fábrica, e se tornou exportado por acaso. Quando foi questionado se sabia falar outras línguas quando começou a exportar, ele disse que não. A pessoa que o estava intrevistando ficou intrigada: "como poderia então ter tido o sucesso que teve, sem sabe falar outras líguas?", eis que o diretor respondeu: "não sei, apenas sei que tanto eu quanto meus clientes sorriamos na mesma lígua".

O que isso quer nos dizer, e que o sorriso é uma língua universal, e se fizermos bom uso dele, certamente nos ajudará muito a atingir nossos objetivos.

Pense nisso! Torne-se uma pessoa agradável! Você tem duas escolhas em sua vida: ter desculpas ou ter resultados! Você escolhe seu caminho como achar que lhe convém, mas pense nisso!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

CONSELHOS ...

Alguns dizem que "se conselho fosse bom, a não daríamos, mas sim, venderíamos". Talvez quem criou este ditado não estava totalmente correto. Abaixo algumas mensagens para refletirmos nesta semana:

Emilio Odebrecht, presidente da Odebrecht S/A: A mensagem fundamental, aprendida nos exemplos de meus avós e de meu pai foi: é melhor servir do que ser servido. Ouço muitos conselhos no meio empresarial, mas digo quando me pedem: transforme os problemas em oportunidades e seja persistente, sempre. Se a circunstância obrigá-lo a atravessar um charco, saiba sair limpo do outro lado. Conviva e aprenda com a natureza e nunca tire dela mais do que precisa para sobreviver. A hierarquia está sempre nos objetivos e o que importa é o que é certo, não quem é certo. Em qualquer circunstancia o enfoque deve ser sempre na contribuição".

Washington Olivetto, presidente da W/Brasil: "Quando eu tinha 19 anos mostrei um roteiro para o meu primeiro comercial de televisão. Meu diretor de criação leu o texto e comentou: a idéia é ótima, mas tente deixar mais simples. Aprendi naquele momento que tanto na publicidade como na vida, o mais simples é o melhor. E já repeti esse conselho inúmeras vezes por ai".

Paulo Bellini, presidente da Marcopolo S/A: "Filho, tem o máximo de cuidado e consideração quando tratares com pessoas e, de um modo especial, com os colegas e subordinados. Todos gostam de tratamento simples e espontâneo." Esse foi o conselho que ouvi, em fins do ano de 1949, do meu pai. Eu era jovem, tinha 22 anos, e estava iniciando na então Fabrica de Carrocerias Caxiense, hoje Marcopolo S/A. O que meu pai queria dizer era uma espécie de "respeite os subordinados, principalmente os mais velhos; trate-os como trata toda a gente". Esse conselho chegou no momento certo. Segui o conselho e o resultado foi que todos crescemos juntos".

Renato Bernhoeft, presidente da Bernhoeft Consultoria: "Eu estava com 19 anos e ia enfrentar meu primeiro trabalho fora do pais, no México, quando um diretor da Unesco me deu este conselho: nunca compare os ideais de sua cultura com a realidade da cultura alheia. Isso influenciou minha vida tanto no ambito pessoal como no profissional."

quarta-feira, 3 de março de 2010

PALESTRA LATICINIO LINDÓIA DO SUL

www.laticiniolindoia.com.br
Gostaria de agradecer a todos os participantes da palestra que foi realizada na última Terça-feira (02/03/2010). Dizer que foi um prazer trabalhar com uma equipe que parecia estar em boa sitonia e que demonstrou muito conhecimento do que faz.

Para os perticipantes: Alessandra Zatta, Dilce Zatta Gasparotto, Dilvo Bessanello, Eliane Moretto, Fernando B., Harry V. Petry, Lindionei Sehaefer, Sidimar Restelatto, Tania Rissi Cason e Thiago F. B., quero deixar o recado de que, tanto vendedores quanto empresas e seus funcionários devem sempre buscar, assim como a Laticínio Lindóia buscou, se reciclar e trazer para dentro da empresa informações e experiências externas. Isso além de ser vantajoso pelo simples fato de que outra pessoa traz conhecimento externo para a equipe, ainda faz com que a própria equipe se relacione entre si, trocando experiências e idéias, e isso é o que move o crescimento dos profissionais, e consequentemente da empresa.

Vi na noite de ontem, uma troca de experiências excelente quando todos começaram a se manifestar e analisar cada cliente, cada colega, ou até mesmo pessoas da comunidade. Isso se chama reflexão, e tenham certeza de que é reunindo exemplos uns dos outros que enriquecemos cada vez mais nossas habilidades profissionais e culturais, habilidades estas que, infelizmente, estão em falta atualmente.

Pensando nisto, deixo a vocês todos uma mensagem de José de Oliveira:

Pensando Bem ... É Preciso Reciclar...

Viver bem, às vezes, é só uma questão de recomeçar, reaprender, reciclar. Para que tudo tenha um novo impulso, ganhe uma nova luz. Reciclar para imprimir novas palavras, novas experiências, novos sentimentos. Avaliando erros para gerar acertos, mudando trajetos para entender os caminhos, olhando a vida, todo dia, com o coração novinho em folha. Pensando bem, é esse o nosso papel, o que nos dá sentido. Pois se fazendo como sempre foi feito a gente acaba chegando ao mesmo lugar, melhor então é rever, com clareza, o que verdadeiramente queremos, buscar sabedoria no que já fizemos e aí, então, realizar de outra maneira, fazer diferente, reinventar.

Crer para ver que há um poder impaciente por se revelar a quem não desiste, recria, vai em frente, buscando sempre, dentro de si, o melhor.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Adam Smith x Keynes – Análise sobre a auto-gestão do sistema capitalista

“Temos que reconhecer que o livre mercado é a mais poderosa força geradora de nossa prosperidade..., mas isso não é um passe livre para Ignorar as conseqüências de nossas ações.”

Barack Obama: artigo publicado no caderno “dinheiro” da FolhaONLINE de 17/06/09.



Em 1776, em “A riqueza das Nações”, Adam Smith introduziu um termo chamado “mão-invisível”, que regularia o mercado mesmo sem que existisse uma entidade coordenadora – como o governo – de interesse mútuo que sinalizasse os caminhos a seguir. Assim seria um mercado liberal, em que o sistema capitalista se auto-gerisse. Para ele, a “mão-invisível” regularia o mercado, a oferta e a demanda tenderiam a se auto-regular buscando sempre o ponto de equilíbrio, assim como o mercado financeiro se auto-controlaria.

Os EUA sempre se demonstraram defensores de tal teoria, inclusive isso acabou culminando em uma “cartilha do neoliberalismo”, conhecida como “Consenso de Washington”. Esta “cartilha” impõe um receituário neoliberal, com uma intervenção mínima do estado na economia, e coloca que as privatizações são um pretenso remédio universal para todos os males físicos e morais. E que através disso todos os problemas econômicos latino-americanos seriam resolvidos. Assim, trazem de volta a poderosa “mão-invisível” de Adam Smith no mercado global, chamando assim de um período neoliberal.

Eis que a grande liquidez do mercado, disponibilizando recursos com menor rigor no mercado, faz com que boa parte dos Americanos consiga comprar sua linda casa, seu carro “super-potente”, e ainda continuar vivendo em um bom padrão nos EUA.
Para que todos entendam o que supostamente originou a crise, explicarei em três parágrafos abaixo:

A Liquidez no mercado era alta, ou seja, estava sobrando muito dinheiro para investir, e em geral, quem tem muito dinheiro para investir busca investimentos com boa rentabilidade. O grande problema é que geralmente, o investimento que traz maior rentabilidade traz consigo maior risco. Houve então uma maior oferta de recursos no mercado, para mais pessoas com incapacidade de pagamento de suas dívidas, com maior histórico de inadimplência e que em geral podem oferecer menor garantia, são os chamados subprimes (Créditos de segunda linha).

Como os subprimes têm maior risco, eles também têm uma taxa de juros mais elevada, tornando-se mais atraentes para gestores de fundos, onde trariam mais rentabilidade. O que ocorria então era que, o indivíduo adquiria recursos de uma instituição X, e esta instituição vendia estes recursos para outra instituição(gestores de fundos, por exemplo). Quando isto ocorre, a instituição X acaba tendo ainda mais dinheiro para emprestar, mesmo sem que o indivíduo tenha pagado seus empréstimos.

O que ocorreu foi que boa parte dos indivíduos que tomaram o primeiro empréstimo acabaram não pagando, e isso acabou criando uma "corrente de inadimplência".



Desde quando isso vinha ocorrendo e sendo mascarado? Não sei. O fato é que, voltando a nossa análise inicial, percebe-se que a mão-invisível acaba sendo ineficaz, e em grande parte, pelo motivo de que os indivíduos que atuam mais ativamente no sistema capitalista, têm um forte viés à obtenção de lucros e tomam as atitudes em benefício próprio.

Para amenizar a crise e impedir que ela fosse ainda maior, os governos dos países abrem seus cofres, emitem moeda e saldam – se não totalmente pelo menos parcialmente – as dividas dos subprimes. Não discuto se isto está correto ou não, afinal, a quebra dos principais bancos do mundo levaria inevitavelmente, como quase levou, a falência de empresas gigantes de vários setores, ocasionando a demissão de milhares – se não milhões em todo o mundo – de funcionários.

A não intervenção do governo neste caso, levaria à diminuição mais acentuada do consumo e consequentemente à quebra de mais empresas. Mas até quando este ciclo de desaceleração e retração da economia perduraria? Alguns anos? Varias décadas? Seja o tempo que for, dadas as proporções que a crise atingiria, certamente o mundo inteiro iria sofrer como jamais sofreu, e o que passamos nestes últimos dois anos não seria um terço, creio eu, do que se passaria sem a intervenção do governo.

Assim, mais uma vez – como em 1929 na grande crise mundial – os que enalteciam o neoliberalismo e enxovalhavam o Keynesianismo, agora buscam nele a cura para os problemas econômicos, como os EUA comprando os subprimes.

O fato é que o crescimento da Economia é cíclico, chegará sempre um momento em que a oferta de produtos será superior a capacidade de consumo dos indivíduos, mesmo com intervenção do governo. Resta-nos então, saber enxergar e aproveitar o legado que esta e as possíveis próximas crises nos deixarão.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

PALESTRA ACIACA (CORDILHEIRA ALTA) 28.12.2009

Todos os sonhos de nossas vidas, conseguiremos realizar se dermos o primeiro passo! Se não traçarmos um objetivo, se não pensarmos positivamente e se não acreditarmos em nós mesmos, dificilmente conseguiremos chegar ao lugar onde sempre sonhamos em chegar.

Mas para chegar lá, é preciso de um pouco mais do que auto confiança, é preciso também a confiança e o apoio de outras pessoas, e foi com a confiança que estas onze pessoas depositaram em mim, que pude dar mais um grande passo em busca de meus objetivos.

Assim, só tenho a agradecer a Deus e aos participantes da palestra VENDER MAIS E MELHOR – TÉCNICAS COMPORTAMENTAIS EM VENDAS: Daniel Toniazzo, Daniel Tozzo, Daniel Zanetin, Elsi Poletti, Leonardo Caldart, Mariane Copini, Nilso Cordeiro, Rafael Cipriani, Sandra Ap. Shefer, Sidonia Merízio e Silvia Panisson.
Abaixo o vídeo que fiquei devendo a vocês, com som!